Na escola — e em casa — ainda é comum ouvirmos: “ele é inteligente, mas não aprende” ou “ela só aprende se quiser”.Mas e se a questão não for capacidade… e sim forma de aprender? A psicologia educacional há décadas discute que as pessoas processam informações de maneiras diferentes. Um dos modelos mais conhecidos é…
Categoria: Janelas do Afeto
Um espaço para abrir nossos olhares e corações, inspirando formas de acolher e apoiar crianças e adolescentes. Aqui compartilho experiências com crianças com deficiência, especialmente com autismo, mostrando que o afeto é a janela que permite acessar o potencial de cada ser e acompanhar seu caminho rumo à autonomia.
✨ Como desenvolver autotranquilização na infância e adolescência
Se o autoataque é aprendido ao longo das experiências, a autotranquilização também pode ser desenvolvida.Ela não surge espontaneamente.Ela é modelada, vivida e internalizada nas relações.Na infância e na adolescência, o diálogo interno ainda está em formação. É nesse período que a criança aprende, muitas vezes sem perceber, como deve falar consigo mesma diante de erros,…
✨ Quando a mente se torna severa: autoataque e autotranquilização nas pessoas com superdotação
Em textos anteriores, refletimos sobre autocrítica e autorrejeição. Falamos sobre aquela voz interna que cobra, compara e, muitas vezes, diminui. Mas existe uma diferença importante entre avaliar-se para crescer e atacar-se para punir.Nem toda autocrítica é destrutiva.O problema começa quando a crítica se transforma em autoataque.E, nas pessoas intensas — especialmente aquelas com altas habilidades…
✨ Altas Habilidades: além do mito do QI
Ainda é comum ouvir frases como: “Ah, mas ele só é inteligente.”“Vai bem na escola, então não precisa de nada.”“Superdotado? Imagina… isso é coisa de gênio.”O senso comum costuma associar altas habilidades à ideia de perfeição, genialidade absoluta ou desempenho impecável em todas as áreas. Quando uma criança apresenta facilidade para aprender, curiosidade intensa ou…
✨ Autocrítica em Adolescentes com Altas Habilidades: Como Observar e Transformar
A autocrítica é um fenômeno emocional que começa a se formar quando desenvolvemos a percepção do “eu” — ou seja, quando começamos a nos reconhecer como sujeitos únicos, capazes de refletir sobre nós mesmos. Pesquisas em psicologia do desenvolvimento indicam que essa percepção do “eu” surge por volta dos 7 aos 9 anos, e a…
✨ Previsibilidade nas festas de fim de ano
As festas de fim de ano marcam encerramentos e transições. Para nós, adultos, isso costuma vir acompanhado de alegria, encontros e celebrações. Para muitas crianças — especialmente as crianças com TEA — esse período pode ser confuso, intenso e desorganizador. Mudanças na rotina, excesso de estímulos, pessoas diferentes, sons altos, cheiros novos e expectativas sociais…
😬 Medo de ir ao dentista: compreendendo e acolhendo o olhar da criança
Para muitas crianças, ir ao dentista pode ser uma experiência assustadora.O som dos instrumentos, o cheiro diferente do consultório, a luz forte sobre o rosto e a presença de alguém mexendo em sua boca — tudo isso pode gerar medo, especialmente nas crianças pequenas e nas crianças com autismo ou maior sensibilidade sensorial. 🧠 Por…
✨Falando sobre as emoções: a raiva no desenvolvimento infantil
Quando falamos sobre emoções com as crianças — especialmente a raiva — percebemos que muitas vezes os adultos acreditam que “são muito pequenas para entender”. Por isso, evitam abordar o tema. Mas o contrário acontece: abordar cedo as emoções ajuda a construir repertório, linguagem emocional e autorregulação.Se pensarmos que a criança menor de 5 anos…
✨Como falar sobre emoções com crianças: um guia para pais e professores
Você já se perguntou: quando devo começar a falar de emoções com meu filho ou meus alunos? Será que eles entendem o que é estar triste, feliz, com medo ou bravo? Muitas vezes achamos que falar de emoções é algo “óbvio”, mas na verdade estamos diante de um processo complexo de desenvolvimento neurológico, social e…
✨ Estímulos para cada faixa etária: do nascimento aos 6 anos
Diariamente recebo relatórios de professores solicitando observações de crianças, das mais diversas faixas etárias. Muitas vezes, ao observar uma criança, surgem diversas indagações: ela é filha única, é a primeira vez que frequenta um ambiente escolar, como foi o seu parto e os primeiros meses de vida, mas — principalmente: quais estímulos essa criança tem…